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Professor do UDF toma posse na Academia Brasiliense de Letras

No último dia 17/06, o professor do curso de Direito do UDF, Thiago Pádua, tomou posse na Academia Brasiliense de Letras (ABRL), que é a entidade literária máxima do Distrito Federal.

Fundada em 8 de março de 1968, a Academia Brasiliense de Letras é a mais antiga entidade do gênero no Distrito Federal, e seu primeiro presidente foi o jurista baiano Hermes Lima, que foi ministro do Supremo Tribunal Federal, e que também integrou a Academia Brasileira de Letras.

A posse do professor Thiago Pádua ocorreu no Auditório Cyro dos Anjos, na sede da ANE – Associação Nacional de Escritores, na cadeira de nº XXIII, que tem por patrono o escritor Aluísio de Azevedo, e que anteriormente foi ocupada pelo falecido escritor Ursulino Leão, que foi Deputado, Governador do estado de Goiás, procurador-geral de Justiça e escritor de crônicas, contos, romances, ensaios e poesias.

O rito das posses foi seguido, e o professor Thiago Pádua assumiu uma cadeira vitalícia na Academia após ser executado o hino nacional, e a execução dos discursos de posse e de recepção, este último proferido pelo poeta e escritor, professor Doutor José Rossini Corrêa.

A Academia é formada por membros nacionalmente reconhecidos, entre ficcionistas, a exemplo de José Sarney, Alaor Barbosa, Paulo Castelo Branco, Afonso Ligório Pires de Carvalho, Luís Gutemberg, Napoleão Valadares e Margarida Patriota e poetas como Anderson Braga Horta, Ronaldo Costa Fernandes, Alberto Bresciani e João Carlos Taveira, sem desdouro de ninguém.

Ensaístas também, do significado de Vamireh Chacon, Marcus Vinicios Vilaça, Edmilson Caminha e Carlos Henrique Cardim; historiadores do porte de Adirson Vasconcellos e de Ronaldo Costa Couto; teólogos eruditos, personificados pelo padre José Carlos Brandi Aleixo e por Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis.

Uma plêiade de juristas, capitaneada por Carlos Ayres Britto, Marcus Vinicius Furtado Coelho, Carlos Fernando Mathias de Souza, Francisco Ferreira de Castro, Roberto Rosas e José Alberto Couto Maciel; enfim, gente qualificada, da estatura de Victor Alegria, editor; Danilo Gomes, cronista; Fábio de Sousa Coutinho, biógrafo e Tânia Serra, pesquisadora.

Prof. Thiago de Pádua

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